3 tipos de grama para seu jardim

Que tal dar aquela melhorada na imagem do seu imóvel escolhendo 3 tipos de grama para seu jardim que podem deixá-lo muito mais bonito?

Um dos pontos mais bonitos em uma casa é o jardim e, por isso, ele merece bastante cuidado. Mas jardim bonitos costumam não ter apenas vasos e ter um bom punhado de grama faz a diferença.

Pensando nisso, trazemos abaixo 3 tipos de grama para seu jardim que podem ser muito úteis. Com elas você conseguirá deixar o ambiente muito mais bonito e agradável.

Os 3 melhores tipos de grama para seu jardim

Abaixo você confere um pequeno review com informações completas sobre cada tipo de grama. Assim fica mais fácil decidir qual delas pode ser mais interessante para a sua casa.

Lembre-se sempre que escolher um produto tem a ver com as suas necessidades. Então, verifique bem o que é o melhor para o seu caso concreto.

1. Grama esmeralda

Esse é o tipo e grama mais utilizado no país, sendo indicado para regiões mais quentes. A grama conta com folhas estreitas e finas, não precisa de muita água e tem um crescimento mais lento que outras.

Outro ponto importante é que esse tipo de grama tem uma boa atuação contra erosão. Ou seja, ela pode ser pisoteada e resiste bem, tornando-se ideal para jardins onde se passa por cima.

Outro ponto importante é que esse tipo de grama cresce bem devagar, de modo que a poda é necessária em média uma vez por mês.

2. Grama bermudas

Entre os melhores tipos de grama para seu jardim esse é o mais adequado para campos abertos. Isso porque ele é o tipo mais resistente ao pisoteio.

Inclusive, é bom lembrar que essa resistência faz com que o tipo seja usado em campos de futebol e de golfe.

Outro ponto importante é que é preciso adubá-la a cada 6 meses. Se não bastasse, o crescimento é um pouco mais rápido, exigindo poda a cada 15 dias.

3. Grama São Carlos

A grama São Carlos tem folhas mais largas e não exige fertilização frequente. A poda, por outro lado, precisa ser realizada a cada 10 dias.

Esse tipo de grama resiste melhor ao frio e exige bastante água. Assim, o ideal é que seja utilizada em regiões mais frias, um onde há sombra.

Inclusive, a grama pode ser uma ótima opção para solos encharcados.

Conclusão

Você conheceu aqui 3 tipos de grama para seu jardim que podem te ajudar no dia a dia. Então, não perca mais tempo, escolha já o seu e deixe sua casa muito mais bonita.

O que é IPTU?

O que é IPTU, a sigla de Imposto Predial e Territorial Urbano. Um imposto municipal que é cobrado uma vez por ano pela prefeitura.

O IPTU é uma das principais fontes de recursos das prefeituras. De fato, elas cobram um valor sobre cada imóvel, seja um terreno, uma casa, um prédio ou um apartamento. Com toda a certeza é uma grande fonte de receita.

Uma prefeitura precisa de dinheiro para conseguir cumprir o seu papel como administradora do município, uma vez que as despesas são muitas. Nesse sentido é que entra o IPTU, bem como os outros impostos municipais.

Já que você tem que pagar todo ano é bom saber o que é IPTU e como a prefeitura usa esse recurso.

O que é IPTU

Em alguns países você paga apena o imposto sobre o que você ganha. O imposto de renda como conhecemos aqui.

Entretanto no Brasil as coisas são diferentes. A união cobra impostos, assim como o estado e a prefeitura. Temos uma das mais altas cargas de impostos do mundo.

No caso do IPTU a prefeitura define o valor bem como a forma de pagamento. Quando paga de uma vez você tem um desconto no valor.

O valor do imposto é proporcional ao valor do imóvel, ou seja, quanto maior o valor do bem, maior o valor do imposto. No entanto, esse valor de referência é o valor venal e não o valor real do imóvel.

O valor venal é abaixo do valor de compra e venda do imóvel. A prefeitura que define esse valor e não as leis de mercado.

Embora o proprietário seja o responsável pelo pagamento, é possível repassar em caso de alugar o imóvel. Para isso é preciso deixar claro no contrato do aluguel.

Com o atraso no pagamento do IPTU o proprietário fica impedido de solicitar qualquer serviço ou benefício com a prefeitura.

A prefeitura concede isenção do imposto em alguns casos como imóvel de baixo valor, aposentados, pensionistas e outros. Para maiores informações consulte a prefeitura, uma vez que as regras podem mudar de acordo com a cidade.

Considerações finais

Essas são as informações básicas sobre o IPTU. No entanto, pode haver algumas mudanças de acordo com o município. Cada cidade tem suas próprias regras.

A prefeitura deve usar esse imposto para urbanizar a cidade. Desse modo, deve asfaltar ruas e construir espaços de lazer entre outros. Como não é possível deixar de pagar, ao menos você já sabe o que é IPTU.

 

Auxílio Emergencial, devo colocar no IR?

Com a necessidade de agravamento das medidas de proteção contra a COVID-19, o Governo Federal beneficiou mais de 65 milhões de brasileiros. Com isso, surgiu a dúvida: “auxílio emergencial, devo colocar no IR?”.

Além disso, também há dúvidas se o contribuinte dele devolver o valor. A Receita Federal declarou pelo menos 3 milhões de pessoas precisarão devolver o benefício por meio do IR.

Confira abaixo informações acerca do auxílio emergencial e do IR, para evitar pendências com o governo e outras burocracias possíveis.

Auxílio Emergencial, devo colocar no IR e devolver o valor?

Para responder essas perguntas, é preciso entender a Lei nº 13.998, que diz que pessoas que possuem rendimentos tributáveis que ultrapassam R$ 22.847,76, devem devolver o benefício do IR.

O cálculo de rendimento tributável é a soma de valores como: salário, renda com aluguel, férias, benefícios dado pela previdência e, nesse caso, o auxílio emergencial.

Então, respondendo a pergunta “auxílio emergencial, devo colocar no IR?” saiba: se você e seus dependentes receberam o benefício do Governo Federal, precisarão declará-los.

Porém, de acordo com a lei, o benefício só precisará ser devolvido por meio do IR se toda a soma do rendimento tributável atingir o valor descrito acima, de R$ 22.847,76. Se o valor for menor que esse, a devolução não é necessária.

Dessa forma, ao passar da quantia decretada pela lei, tanto o contribuinte quando seus dependentes deverão devolver o benefício.

Vale lembrar que a declaração equivale ao ano de 2020, ou seja: os valores referem-se às entradas do período. Isso porque a última parcela do auxílio emergencial ocorreu em janeiro de 2021. Nesse linha, o valor não será declarado.

Sendo assim, os valores de entrada desse ano ficarão para a próxima declaração de imposto de renda. Logo, a devolução acontecerá de acordo com o padrão da época.

Os recebidos em 2021, ficarão para o IR do ano que vem, seguindo uma nova legislação ainda não estipulada.

Como declarar?

Agora que já respondemos a pergunta “auxílio emergencial, devo colocar no IR?”, é preciso saber como fazer isso.

Na hora de fazer o imposto de renda, o contribuinte deverá colocar o valor do auxílio emergencial na aba de “Rendimentos Recebidos de Pessoa Jurídica”.

Esse valor abrange o auxílio emergencial e o auxílio residual, que foram as parcelas finais de R$ 300 recebidas conforme o contexto de cada pessoa. Assim, é preciso declarar a soma dos valores dos auxílios que o contribuinte e seus dependentes receberam no ano passado.

Agora que você já entendeu sobre “auxílio emergencial, devo colocar no IR?”, fique atento aos prazos para não perder a declaração do IR.

Qual correção usar no seu financiamento? IGPM ou IPCA?

Se você vai comprar um imóvel nos próximos meses precisa conhecer o IGPM e o IPCA e saber qual correção usar no seu financiamento.

Isso porque os dois indexadores são utilizados atualmente para corrigir as parcelas do seu financiamento. Ou seja, elas costumam ser prefixadas, mas essa atualização precisa ocorrer.

Então, se a correção é feita por um ou outro índice você pode sentir no bolso a diferença. Por esse motivo é preciso conhecer exatamente como funciona cada um deles.

IPCA ou IGPM – Qual correção usar no seu financiamento?

Primeiramente é preciso conhecer os dois índices para depois entender como funcionam. Então fique atento para entender o que cada uma das siglas significa atualmente.

IGPM faz parte do índice geral de preços e sua função é registrar as variações de preços no mercado. Por isso, em muitos casos ele é utilizado para corrigir valores em contratos, como no financiamento.

Já o IPCA, Índice de Preços do Consumidor Amplo, é o índice que mede a inflação. Então, os bancos agora o colocam como um dos fatores de indexação aos contratos de financiamento.

A grande diferença é que com a indexação pelo IPCA você paga juros fixos sobre a dívida, mas corrigidos pela inflação. Na verdade, não é tão fácil assim de entender.

Qual deles você deve escolher?

Ainda que você conheça as opções, para saber qual correção usar no seu financiamento é preciso analisar o caso concreto. Isso porque há peculiaridades que podem fazer a diferença nos valores.

Assim, os bancos podem oferecer juros iniciais mais baixos e correção pelo IPCA. Ou, em contrapartida, te dar mais segurança com juros mais altos e correção pelo IGPM.

Em qualquer caso é preciso que você pense em quais são as suas possibilidades de gastos atuais. Mais que isso, analisar o cenário nacional e como a inflação pode evoluir também faz diferença.

Um financiamento de longo prazo está sempre vulnerável a esse tipo de alteração. Porém, se você conseguir se preparar adequadamente, dificilmente terá algum tipo de problema.

Conclusão

Como você viu, os índices de correção atuam de forma diferente sobre a dívida do financiamento. De qualquer maneira, no entanto, é preciso preparação para não ter problemas no futuro.

Com as dicas passadas acima você terá mais facilidade para escolher qual correção usar no seu financiamento. Então, não perca mais tempo e corra atrás dos seus sonhos.

O que é ser vegano?

O veganismo é um estilo de vida que tem se tornado cada vez mais comum. Mas você tem certeza que sabe exatamente o que é ser vegano?

A pergunta tem sentido, pois, muita gente, costuma fazer confusão com ser vegano e ser vegetariano. São palavras parecidas e que se relacionam com a alimentação, mas possuem diferenças importantes.

Então, se você tem pensado em mudar sua alimentação por algum motivo, é bom conhecer as diferenças. Principalmente porque somente assim você poderá alcançar os seus reais objetivos.

Entenda o que é ser vegano

O veganismo está ligado primordialmente ao não uso dos animais como fonte do nosso prazer ou alimentação. Então, nesse caso corta-se a alimentação à base de animais por completo.

Então, um vegano não tomará leite, nem tampouco algum outro produto que seja feito à base dele, como queijo. Isso porque a ideia é livrar-se de qualquer produto decorrente da exploração animal.

No veganismo, inclusive, isso se estende a outros pontos da vida, como o vestuário. Nesse caso, evita-se o uso de roupas que tenham sido produzidas à base de pele de animais, por exemplo.

Essa conduta um pouco mais extrema tem ligação direta com a proteção aos animais. Considerando que a exploração deles não deve servir como fonte de prazer e sustento, corta-se tudo.

Diferença entre ser vegano e ser vegetariano

Agora que você já sabe o que é ser vegano, talvez esteja pensando que é o mesmo que ser vegetariano. Pois não é, então abaixo explicaremos para você quais são as reais diferenças entre os dois estilos.

Como você viu, o vegano não come nada de origem animal. Por outro lado, o vegetariano tem uma alimentação baseada em vegetais, mas pode consumir alguns itens animais.

Então, há uma divisão no seguinte sentido:

  • Ovolactovegetariano: não come carne, mas toma leite e come ovos;
  • Lactovegetariano: não comem carne nem ovos, mas ainda bebem leite;
  • Vegetariano estrito: Não ingere nada de origem animal, até mesmo leite ou mel.

Assim, o vegetarianismo estrito é o último estágio antes de se chegar ao veganismo. Isso porque ele se concentra na não ingestão de qualquer alimento proveniente de animais.

Assim, ao passo que essa restrição aumenta e sai da alimentação para outras partes da vida, como vestuário, temos o veganismo. Ou seja, são duas vertentes de um mesmo estilo de vida.

Conclusão

Sabendo o que é ser vegano você pode ter uma ideia mais interessante sobre que caminho seguir. E aí, você está disposto a cortar tudo que tenha origem animal, ou vai preferir começar devagar?

O que é Cofins – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social.

Para você entender o que é Cofins e como ele funciona para o seu bem, é preciso entender o que é a Seguridade Social no Brasil.

A Seguridade Social é um conceito politico destinado a assegurar saúde, previdência e assistência social à população. A ideia é fazer com que empresas contribuam para manutenção do Estado.

É exatamente nesse sentido que surte a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – Cofins. Ou seja, o tributo surge como forma de angariar fundos para os objetivos.

Entenda o que é Cofins

O Cofins é um tributo que recai sobre pessoas jurídicas e empresas. Trata-se de um tributo de origem federal, criado em 1991, que tem como objetivo custear os gastos da Seguridade Social.

Assim, segundo a Lei Complementar nº 70, de 1991, todas as pessoas jurídicas de direito privado devem pagar a Cofins. Ou seja, qualquer empresa constituída legalmente deve contribuir.

Importante lembrar que empresas que trabalham com importação precisam ficar atentas. A Lei 10.865 prevê explicitamente a maneira como a Cofins é cobrada sobre esse tipo de atividade.

Quem está isento da Cofins

Você sabe o que é Cofins, então já deve ter percebido que a ideia é que ela possa auxiliar a população. Então, como não poderia deixar de ser, existem algumas isenções para determinadas pessoas.

Assim, microempreendedores individuais (MEIs) ou optantes pelo simples nacional não pagam Cofins. Nesse caso, a contribuição paga ao governo ocorre de forma mensal, pelo Simples.

Qual o valor da Cofins?

O valor da Cofins é calculado sobre o valor da receita bruta das empresas que precisam fazer o pagamento. Assim, independentemente do regime da empresa, o cálculo será sempre esse.

Existem duas formas de fazer o pagamento:

  • Recolhimento cumulativo – 3%
  • Recolhimento não cumulativo – 7,6%

Em um primeiro olhar parece que o primeiro tipo compensa muito, mas a verdade é que, no recolhimento não cumulativo é possível ir acrescentando vários descontos de créditos tributários.

Então, é preciso avaliar qual a melhor possibilidade para sua empresa.

Como pagar?

O pagamento da Cofins deve ser feito até o dia 25 do mês corrente, devendo ser antecipado, se cair em dia não útil. Deve se utilizar uma DARF para realizar o pagamento de maneira correta.

Conclusão

Agora que você já sabe o que é Cofins, está pronto para pagar sem maiores problemas. Então, fique atento ao faturamento da sua empresa e faça os cálculos corretamente, para não ter problemas.