Qual correção usar no seu financiamento? IGPM ou IPCA?

Se você vai comprar um imóvel nos próximos meses precisa conhecer o IGPM e o IPCA e saber qual correção usar no seu financiamento.

Isso porque os dois indexadores são utilizados atualmente para corrigir as parcelas do seu financiamento. Ou seja, elas costumam ser prefixadas, mas essa atualização precisa ocorrer.

Então, se a correção é feita por um ou outro índice você pode sentir no bolso a diferença. Por esse motivo é preciso conhecer exatamente como funciona cada um deles.

IPCA ou IGPM – Qual correção usar no seu financiamento?

Primeiramente é preciso conhecer os dois índices para depois entender como funcionam. Então fique atento para entender o que cada uma das siglas significa atualmente.

IGPM faz parte do índice geral de preços e sua função é registrar as variações de preços no mercado. Por isso, em muitos casos ele é utilizado para corrigir valores em contratos, como no financiamento.

Já o IPCA, Índice de Preços do Consumidor Amplo, é o índice que mede a inflação. Então, os bancos agora o colocam como um dos fatores de indexação aos contratos de financiamento.

A grande diferença é que com a indexação pelo IPCA você paga juros fixos sobre a dívida, mas corrigidos pela inflação. Na verdade, não é tão fácil assim de entender.

Qual deles você deve escolher?

Ainda que você conheça as opções, para saber qual correção usar no seu financiamento é preciso analisar o caso concreto. Isso porque há peculiaridades que podem fazer a diferença nos valores.

Assim, os bancos podem oferecer juros iniciais mais baixos e correção pelo IPCA. Ou, em contrapartida, te dar mais segurança com juros mais altos e correção pelo IGPM.

Em qualquer caso é preciso que você pense em quais são as suas possibilidades de gastos atuais. Mais que isso, analisar o cenário nacional e como a inflação pode evoluir também faz diferença.

Um financiamento de longo prazo está sempre vulnerável a esse tipo de alteração. Porém, se você conseguir se preparar adequadamente, dificilmente terá algum tipo de problema.

Conclusão

Como você viu, os índices de correção atuam de forma diferente sobre a dívida do financiamento. De qualquer maneira, no entanto, é preciso preparação para não ter problemas no futuro.

Com as dicas passadas acima você terá mais facilidade para escolher qual correção usar no seu financiamento. Então, não perca mais tempo e corra atrás dos seus sonhos.

O que é ser vegano?

O veganismo é um estilo de vida que tem se tornado cada vez mais comum. Mas você tem certeza que sabe exatamente o que é ser vegano?

A pergunta tem sentido, pois, muita gente, costuma fazer confusão com ser vegano e ser vegetariano. São palavras parecidas e que se relacionam com a alimentação, mas possuem diferenças importantes.

Então, se você tem pensado em mudar sua alimentação por algum motivo, é bom conhecer as diferenças. Principalmente porque somente assim você poderá alcançar os seus reais objetivos.

Entenda o que é ser vegano

O veganismo está ligado primordialmente ao não uso dos animais como fonte do nosso prazer ou alimentação. Então, nesse caso corta-se a alimentação à base de animais por completo.

Então, um vegano não tomará leite, nem tampouco algum outro produto que seja feito à base dele, como queijo. Isso porque a ideia é livrar-se de qualquer produto decorrente da exploração animal.

No veganismo, inclusive, isso se estende a outros pontos da vida, como o vestuário. Nesse caso, evita-se o uso de roupas que tenham sido produzidas à base de pele de animais, por exemplo.

Essa conduta um pouco mais extrema tem ligação direta com a proteção aos animais. Considerando que a exploração deles não deve servir como fonte de prazer e sustento, corta-se tudo.

Diferença entre ser vegano e ser vegetariano

Agora que você já sabe o que é ser vegano, talvez esteja pensando que é o mesmo que ser vegetariano. Pois não é, então abaixo explicaremos para você quais são as reais diferenças entre os dois estilos.

Como você viu, o vegano não come nada de origem animal. Por outro lado, o vegetariano tem uma alimentação baseada em vegetais, mas pode consumir alguns itens animais.

Então, há uma divisão no seguinte sentido:

  • Ovolactovegetariano: não come carne, mas toma leite e come ovos;
  • Lactovegetariano: não comem carne nem ovos, mas ainda bebem leite;
  • Vegetariano estrito: Não ingere nada de origem animal, até mesmo leite ou mel.

Assim, o vegetarianismo estrito é o último estágio antes de se chegar ao veganismo. Isso porque ele se concentra na não ingestão de qualquer alimento proveniente de animais.

Assim, ao passo que essa restrição aumenta e sai da alimentação para outras partes da vida, como vestuário, temos o veganismo. Ou seja, são duas vertentes de um mesmo estilo de vida.

Conclusão

Sabendo o que é ser vegano você pode ter uma ideia mais interessante sobre que caminho seguir. E aí, você está disposto a cortar tudo que tenha origem animal, ou vai preferir começar devagar?

O que é Cofins – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social.

Para você entender o que é Cofins e como ele funciona para o seu bem, é preciso entender o que é a Seguridade Social no Brasil.

A Seguridade Social é um conceito politico destinado a assegurar saúde, previdência e assistência social à população. A ideia é fazer com que empresas contribuam para manutenção do Estado.

É exatamente nesse sentido que surte a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – Cofins. Ou seja, o tributo surge como forma de angariar fundos para os objetivos.

Entenda o que é Cofins

O Cofins é um tributo que recai sobre pessoas jurídicas e empresas. Trata-se de um tributo de origem federal, criado em 1991, que tem como objetivo custear os gastos da Seguridade Social.

Assim, segundo a Lei Complementar nº 70, de 1991, todas as pessoas jurídicas de direito privado devem pagar a Cofins. Ou seja, qualquer empresa constituída legalmente deve contribuir.

Importante lembrar que empresas que trabalham com importação precisam ficar atentas. A Lei 10.865 prevê explicitamente a maneira como a Cofins é cobrada sobre esse tipo de atividade.

Quem está isento da Cofins

Você sabe o que é Cofins, então já deve ter percebido que a ideia é que ela possa auxiliar a população. Então, como não poderia deixar de ser, existem algumas isenções para determinadas pessoas.

Assim, microempreendedores individuais (MEIs) ou optantes pelo simples nacional não pagam Cofins. Nesse caso, a contribuição paga ao governo ocorre de forma mensal, pelo Simples.

Qual o valor da Cofins?

O valor da Cofins é calculado sobre o valor da receita bruta das empresas que precisam fazer o pagamento. Assim, independentemente do regime da empresa, o cálculo será sempre esse.

Existem duas formas de fazer o pagamento:

  • Recolhimento cumulativo – 3%
  • Recolhimento não cumulativo – 7,6%

Em um primeiro olhar parece que o primeiro tipo compensa muito, mas a verdade é que, no recolhimento não cumulativo é possível ir acrescentando vários descontos de créditos tributários.

Então, é preciso avaliar qual a melhor possibilidade para sua empresa.

Como pagar?

O pagamento da Cofins deve ser feito até o dia 25 do mês corrente, devendo ser antecipado, se cair em dia não útil. Deve se utilizar uma DARF para realizar o pagamento de maneira correta.

Conclusão

Agora que você já sabe o que é Cofins, está pronto para pagar sem maiores problemas. Então, fique atento ao faturamento da sua empresa e faça os cálculos corretamente, para não ter problemas.